escolhas.
Ainda sobre todo aquele lance do post abaixo – do qual já apaguei o trecho principal e não é pra entender mesmo – em que eu falava de desapego e perdão, confesso que só no fim da última semana é que coloquei em prática a decisão tomada há tantos dias. Objetividade e urgência, não trabalhamos. Procrastinação, tamos aí.
Sabe o que faz a ficha cair mesmo, de verdade? É perceber que as coisas são como são porque você não deixou que fosse de outra forma. Foi você que definiu o seu caminho. Foi você que escolheu a dor e a delícia de ser o que é. E pode ser bem chato isso. Porque, putamerda, não havia delícia nenhuma. Era tudo cinza, sempre. Então, me diz qual o sentido dessa merda. Daí que cai a ficha e a gente se obriga a fazer escolhas, a sair dessa. E toda escolha, claro, tem o seu preço.
Então essa lenga lenga toda é só pra explicar a outrém que eu não queria ter sido tão radical, mas foi o que deu pra fazer.
E foi ótimo descobrir em mim um restinho de auto-estima que me permitiu enfim dar este basta no #fail total que se tornou a minha vida. Foram escolhas doídas, sim, mas que eu tenho absoluta certeza de terem sido as melhores.
Um dia ainda vou olhar pra trás e rir à beça disso tudo. É o que espero. Por ora, só desejo pra mim menos frustração, menos auto-enganação e menos lágrimas. Tô correndo atrás do meu final feliz.
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